segunda-feira, 1 de abril de 2013

Subimos pro apartamento. Na entrada do prédio, conheci Dona Marina (ela se transformou em minha ajudadora, espero que Deus dê a ela duas vezes mais do que ela deu pra mim... só com isso ela teria o suficiente pra viver dez vidas). Mais que uma mãe, mais que uma irmã, mais que uma amiga.

Ela sorriu, perguntou meu nome e o de Cadu. Falei algumas coisinhas sobre nossa chegada à cidade grande e ela falou: 'o que você precisar, conte comigo... moro no 22'.

Agradeci e pensei em anjos... acho que Deus espalha alguns por aí.

Banheiro... banho. Só aí lembrei que não tinha sabonete. Desci novamente e saí procurar um mercadinho. Há duas quadras do condomínio encontrei um. Comprei o sabonete, dois pãezinhos pro café da manhã (sem café, é claro), uma caixa de cereais coloridos, que o Cadu adorou e uma caixa de leite.

Banho tomado, comemos um prato de cereais com leite. Não foi bem um prato. Coloquei nos copos que estavam sobre o tampo da pia e engolimos. Não havia pratos, não havia talheres. Mas, tudo bem, eu sou craque em dar um jeito. E dei!

A noite estava quente, sufocante mesmo.. nem um ventinho. Deixei as janelas abertas pra ventilar e os mosquitos fizeram a festa...

Mais ou menos 9 horas, fomos dormir. Fiz um travesseiro com duas camisetas minhas, abracei meu filho e sonhei...

Um sonho cor de rosa... amanhã vamos sair e comprar cortinhas de florzinhas coloridas... uma manta colorida pra cama... travesseiros branquinhos, lençóis cheirozinhos, umas plantinhas pra alegrar o apartamento... e adormeci.

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